Chegamos ao quarto e último episódio de “O Abril de Sagal”. Uma semana passou desde a Revolução. É 1 de Maio de 1974, Dia do Trabalhador. Portugal começa a reencontrar-se consigo mesmo — nas ruas, nas prisões, nas promessas.

Enquanto o regime desaba em Lisboa, os primeiros sinais de mudança chegam às colónias. Em Moçambique, o cenário altera-se. Já não há tiros, mas há desconfiança. Os camiões da FRELIMO, até então inimigos de guerra, entram nos quartéis como aliados. E os soldados portugueses, como Sagal, olham com inquietação para o que vem depois.
A guerra acabou — ou está prestes a acabar —, mas a paz ainda não ganhou forma. O retorno torna-se inevitável. E regressar não é só voltar a casa. É reencontrar-se. É perceber o que ficou para trás e o que se pode ainda recuperar.
Neste episódio final, acompanhamos Sagal num momento de suspensão: entre o que terminou e o que ainda não começou. Entre o silêncio do quartel e o ruído de uma nova era.
Se quiser ouvir toda a série, pode encontrar os quatro episódios de “O Abril de Sagal“ no Spotify.
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