Lágrimas de Hiroshima
No ano em que se comemoram os 80 anos do bombardeamento atómico da cidade japonesa de Hiroshima, venho propor-lhe a leitura da crónica Lágrimas de Hiroshima, para que recorde os acontecimentos e as vidas que se perderam na tragédia do dia 6 de Agosto de 1945.
Tóquio não é uma cidade
Todos os termos superlativos para definir a capital do Japão não passam de expressões minimalistas. Todas as dimensões e quantidades usadas pelos humanos para expressar grandezas, não são suficientes para enquadrar e definir a cidade de Tóquio e os universos que ela contém. Na verdade, multiversos, numa inimaginável grandeza.
Os regressos
Chegamos ao quarto e último episódio de “O Abril de Sagal”. Uma semana passou desde a Revolução. É 1 de Maio de 1974, Dia do Trabalhador. Portugal começa a reencontrar-se consigo mesmo — nas ruas, nas prisões, nas promessas.
O povo é quem mais ordena
No terceiro episódio de “O Abril de Sagal”, chegamos ao momento em que a canção se tornou arma e as palavras conquistaram aquilo que as armas temiam não alcançar: a liberdade.
Coluna em Marcha
No segundo episódio de “O Abril de Sagal”, os capitães reúnem-se em segredo para derrubar o regime, enquanto em Moçambique, Sagal sente o peso da guerra e pressente que algo está a mudar. A Revolução e a sua própria vida já estão em movimento. As colunas marcham, mesmo antes de Abril.
Faces da mesma moeda
No primeiro episódio de “O Abril de Sagal”, voltamos ao norte de Moçambique, onde Emiliano Salgado, órfão da Mouraria, conquista o nome de guerra que o marcará para sempre. É aí que nasce Sagal — entre o caos da selva e a primeira faísca de transformação.
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