
Autor e storyteller
para quem as palavras
são viagens que inspiram,
emocionam e conectam.
António Brito nasceu entre as serras do Açor e do Caramulo, concelho de Tábua, distrito de Coimbra. Nos seus romances espelha as suas experiências de vida como paraquedista e antigo combatente. O seu romance de estreia “Olhos de Caçador” foi considerado uma das melhores obras em língua portuguesa sobre a Guerra Colonial.
Histórias à Volta da Fogueira
Histórias que nos conectam, evocam memórias e nos inspiram a refletir.
A história de hoje, “Tinha espíritos no corpo”, é uma narrativa capaz de pôr os cabelos em pé, mesmo aos leitores desprovidos de cabelo.
Esta história intitula-se, “O odor do chocolate”, um relato de quando em criança eu encontrava na rua tesouros perdidos e os recolhia para embelezar os livros da escola.
A história de hoje intitula-se, “Um rio cheio de verão”, um relato de quando no pico do calor de Agosto decidi ir até ao rio dar uns mergulhos. Mas não fui sozinho, levei a cabra comigo.
Subscreva a newsletter
Preencha o formulário abaixo e receba todas as semanas histórias e novidades diretamente na sua caixa de e-mail.
*os campos assinalados são de preenchimento obrigatório
Olhos de Caçador
O melhor livro que jamais se escreveu em língua portuguesa sobre a essência da guerra e a servidão do combatente.
Era bom que o “Sagal” fosse adaptado ao cinema
Estou a tomar conhecimento com a sua obra, e estou fascinado com ela, vou a meio de “Olhos de caçador” e terminei em 5 dias o “Sagal”. Vou ficar atento a seu próximo romance. Tudo que diz respeito à Guerra Colonial me interessa, perdi um grande amigo em Moçambique era eu um puto de 8 anos, e isso marcou-me imenso, tenho devorado tudo sobre essa guerra que se fez por lá, e teve aquele fim que todos sabemos. Era bom que o “Sagal” fosse adaptado ao cinema
Blog
Artigos, crónicas, eventos e notícias
Ler livros é viver outras vidas
Nascemos num corpo específico, numa família específica, num lugar específico. Vivemos uma vida — a nossa — com todas as limitações de tempo, de espaço e de circunstância.
Lágrimas de Hiroshima
No ano em que se comemoram os 80 anos do bombardeamento atómico da cidade japonesa de Hiroshima, venho propor-lhe a leitura da crónica Lágrimas de Hiroshima, para que recorde os acontecimentos e as vidas que se perderam na tragédia do dia 6 de Agosto de 1945.
Tóquio não é uma cidade
Todos os termos superlativos para definir a capital do Japão não passam de expressões minimalistas. Todas as dimensões e quantidades usadas pelos humanos para expressar grandezas, não são suficientes para enquadrar e definir a cidade de Tóquio e os universos que ela contém. Na verdade, multiversos, numa inimaginável grandeza.








