assinatura antónio brito

Autor e storyteller
para quem as palavras
são viagens que inspiram,
emocionam e conectam.

António Brito nasceu entre as serras do Açor e do Caramulo, concelho de Tábua, distrito de Coimbra. Nos seus romances espelha as suas experiências de vida como paraquedista e antigo combatente. O seu romance de estreia “Olhos de Caçador” foi considerado uma das melhores obras em língua portuguesa sobre a Guerra Colonial.

EBOOK GRATUITO

Durante a pandemia, quando tudo se fechou, alguém permaneceu junto dos momentos mais frágeis da vida.

A Facilitadora é um texto sobre cuidado, compaixão e presença — agora disponível gratuitamente para leitura. Deixe o seu email e receba o ebook gratuitamente na sua caixa de e-mail.

Uma história sobre nascer, morrer e estar presente.
Irmãos de Armas

Irmãos
de armas

Um grupo de rapazes de origens humildes, com vidas duras durante a infância e a juventude, alistam-se e são mobilizados para Moçambique durante a guerra colonial.

Sagal - O profeta do fim

Sagal – O profeta do fim

A pretexto de ajudar um amigo, inspetor da Polícia Judiciária, Sagal envolve-se com uma seita religiosa apocalítica que anuncia a proximidade do fim do mundo.

Sagal - Um herói feito em África

Sagal – Um herói feito em África

Emiliano Salgado nasceu num bordel na Mouraria, em Lisboa. A mãe, prostituta, abandonou-o na paragem de autocarro.

O céu não pode esperar

O céu não pode esperar

Um grupo de rapazes de origens humildes, com vidas duras durante a infância e a juventude, alistam-se e são mobilizados para Moçambique durante a guerra colonial.

Olhos de Caçador

Olhos de caçador

É a história de um sobrevivente de nome Zé Fraga, soldado do Exército português mobilizado para a guerra colonial em Moçambique.

iPhone com ecran do Spotify com o podcast O Abril de Sagal

O Abril de Sagal

O 25 DE ABRIL PELOS OLHOS DE UM FILHO DA REVOLUÇÃO

Uma visão diferente dos acontecimentos da Revolução de Abril de 1974, utilizando a mesma linha temporal mas cruzando palcos diferentes, colocando em contraste as ruas de Lisboa com a picada africana.

O Abril de Sagal

O 25 DE ABRIL PELOS OLHOS DE UM FILHO DA REVOLUÇÃO

Uma visão diferente dos acontecimentos da Revolução de Abril de 1974, utilizando a mesma linha temporal mas cruzando palcos diferentes, colocando em contraste as ruas de Lisboa com a picada africana.

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Histórias à Volta da Fogueira

Histórias que nos conectam, evocam memórias e nos inspiram a refletir.

  • Hoje trago-lhe a história intitulada “Fumo a subir do vale”, uma memória de quando em criança eu acompanhava o meu pai para o ajudar a erguer o forno de carvão.

  • Hoje trago-lhe a história de “Um porco condenado à morte”, uma memória de quando eu espreitava para a casa do vizinho por uma abertura na parede.

  • Hoje trago-lhe uma história intitulada “Do velho se fez novo”, uma memória de quando a minha mãe reaproveitava tudo o que já não tinha uso para lhe dar nova vida.

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As palavras de quem lê

O que dizem os leitores e a crítica

Autor de uma das obras mais importantes da literatura da guerra colonial

António Brito é autor de uma das obras mais importantes da literatura da guerra colonial, Olhos de Caçador, publicado em 2007, inegavelmente autobiográfico. Em 2012, deu-nos Sagal, Um Herói Feito em África, temos agora a infância, a juventude, uma guerra duríssima em Moçambique e Angola, a queda num abismo, a ressurreição com o prodígio de desmontar um negócio sórdido para matar um supermercado na Venda Nova. Acaba de sair nova edição no Clube do Autor, é bem merecido o regresso de António Brito, segue-se a justificação do aplauso.

Mário Beja Santos

Olhos de Caçador

O melhor livro que jamais se escreveu em língua portuguesa sobre a essência da guerra e a servidão do combatente.

José Manuel Barata Feyo, Jornalista/Escritor

Era bom que o “Sagal” fosse adaptado ao cinema

Estou a tomar conhecimento com a sua obra, e estou fascinado com ela, vou a meio de “Olhos de caçador” e terminei em 5 dias o “Sagal”. Vou ficar atento a seu próximo romance. Tudo que diz respeito à Guerra Colonial me interessa, perdi um grande amigo em Moçambique era eu um puto de 8 anos, e isso marcou-me imenso, tenho devorado tudo sobre essa guerra que se fez por lá, e teve aquele fim que todos sabemos. Era bom que o “Sagal” fosse adaptado ao cinema

João Manuel dos Santos Issa, Leitor

Blog

Artigos, crónicas, eventos e notícias

Lágrimas de Hiroshima

No ano em que se comemoram os 80 anos do bombardeamento atómico da cidade japonesa de Hiroshima, venho propor-lhe a leitura da crónica Lágrimas de Hiroshima, para que recorde os acontecimentos e as vidas que se perderam na tragédia do dia 6 de Agosto de 1945.

Tóquio não é uma cidade

Todos os termos superlativos para definir a capital do Japão não passam de expressões minimalistas. Todas as dimensões e quantidades usadas pelos humanos para expressar grandezas, não são suficientes para enquadrar e definir a cidade de Tóquio e os universos que ela contém. Na verdade, multiversos, numa inimaginável grandeza.

Os regressos

Chegamos ao quarto e último episódio de “O Abril de Sagal”. Uma semana passou desde a Revolução. É 1 de Maio de 1974, Dia do Trabalhador. Portugal começa a reencontrar-se consigo mesmo — nas ruas, nas prisões, nas promessas.