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  • Tem livros em casa para preencher o vazio dos dias? Costuma sentar-se e ler o livro com um enredo que o entusiasme? Hoje trago-lhe “Um livro se faz favor”, uma história de livros e leituras no tempo em que eu andava descalço.

  • Alguma vez lhe faltou pão à mesa? Alguma vez cortou finas fatias para que o pão durasse por muito mais tempo? Hoje trago-lhe “Uma broa de empréstimo”, uma história heróica da minha mãe para que à mesa não nos faltasse pão.

  • Lembra-se quando soletrou as primeiras palavras? Recorda-se se foi num livro infantil ou num pedaço de jornal? Se não se lembra, hoje trago-lhe “Bordados de jornais”, uma história que metia loiça velha e jornais antigos.

  • Lembra-se quando viu uma televisão pela primeira vez? E recorda-se do programa nesse dia de descoberta? Se não se lembra, trago-lhe “Uma cadela chamada Lassie”, uma história de quando pasmei frente à caixa que mudou o mundo.

  • Todos os termos superlativos para definir a capital do Japão não passam de expressões minimalistas. Todas as dimensões e quantidades usadas pelos humanos para expressar grandezas, não são suficientes para enquadrar e definir a cidade de Tóquio e os universos que ela contém. Na verdade, multiversos, numa inimaginável grandeza.

  • Chegamos ao quarto e último episódio de “O Abril de Sagal”. Uma semana passou desde a Revolução. É 1 de Maio de 1974, Dia do Trabalhador. Portugal começa a reencontrar-se consigo mesmo — nas ruas, nas prisões, nas promessas.

  • No terceiro episódio de “O Abril de Sagal”, chegamos ao momento em que a canção se tornou arma e as palavras conquistaram aquilo que as armas temiam não alcançar: a liberdade.

  • No segundo episódio de “O Abril de Sagal”, os capitães reúnem-se em segredo para derrubar o regime, enquanto em Moçambique, Sagal sente o peso da guerra e pressente que algo está a mudar. A Revolução e a sua própria vida já estão em movimento. As colunas marcham, mesmo antes de Abril.

  • No primeiro episódio de “O Abril de Sagal”, voltamos ao norte de Moçambique, onde Emiliano Salgado, órfão da Mouraria, conquista o nome de guerra que o marcará para sempre. É aí que nasce Sagal — entre o caos da selva e a primeira faísca de transformação.

  • Gustave Flaubert terá dito que "Viajar torna-nos humildes porque permite ver como é pequeno o lugar que ocupamos no mundo”.

    Com modéstia, hoje venho propor-lhe a leitura de Viagem ao outro lado do mundo, e reflectir o quanto podemos aprender com a descoberta de outros povos.