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Sabia que a globalização teve início no século XVI e não na década de 1980 do século XX? Sabia que os grandes globalizadores foram os navegadores portugueses dos séculos XV e XVI, ao estabelecerem relações comerciais mundiais em larga escala, com diferentes povos e culturas? Leia a crónica “Chegada dos portugueses ao Japão”, e pasme com as realizações destes nossos antepassados.
Se é sensível à beleza, harmonia e sofisticação, venha conhecer
“A delicadeza das Gueixas”, as mulheres japonesas que vivem da arte da performance e representação. Surpreenda-se como eu me surpreendi, e como se surpreenderam todos os ocidentais que desde há séculos visitam o Japão.
A história de hoje, “Tinha espíritos no corpo”, é uma narrativa capaz de pôr os cabelos em pé, mesmo aos leitores desprovidos de cabelo.
Esta história intitula-se, “O odor do chocolate”, um relato de quando em criança eu encontrava na rua tesouros perdidos e os recolhia para embelezar os livros da escola.
A história de hoje intitula-se, “Um rio cheio de verão”, um relato de quando no pico do calor de Agosto decidi ir até ao rio dar uns mergulhos. Mas não fui sozinho, levei a cabra comigo.
A história de hoje, “Sãozinha tinha fogo nos lábios”, é uma memória de juventude, quando a curiosidade sobre o corpo começava a despertar, e duas crianças o sondavam em mútua descoberta.
Hoje trago-lhe uma história intitulada “Esta lenha é toda minha!”, uma memória de infância de quando quiseram roubar-me os paus que recolhi para a fogueira da minha mãe.
Hoje trago-lhe “A nespereira das tentações”, uma ousadia que vivenciei quando em criança não resisti ao fruto proibido, não foi a maçã do Éden, mas quase.
Nascemos num corpo específico, numa família específica, num lugar específico. Vivemos uma vida — a nossa — com todas as limitações de tempo, de espaço e de circunstância.
Hoje trago-lhe a história intitulada “Fumo a subir do vale”, uma memória de quando em criança eu acompanhava o meu pai para o ajudar a erguer o forno de carvão.

