Sed porttitor lectus nibh. Pellentesque in ipsum id orci porta dapibus. Proin eget tortor risus. Vivamus magna justo, lacinia eget consectetur sed, convallis at tellus.
Hoje trago-lhe a história de “Um porco condenado à morte”, uma memória de quando eu espreitava para a casa do vizinho por uma abertura na parede.
Hoje trago-lhe uma história intitulada “Do velho se fez novo”, uma memória de quando a minha mãe reaproveitava tudo o que já não tinha uso para lhe dar nova vida.
Hoje trago-lhe uma nova história intitulada “A ida às sortes”, um evento com que me deparei quando era catraio e vagueava pelo terreiro da feira.
Hoje trago-lhe a história com o título “Lá vamos cantando e rindo”, um evento passado num dia de festa, quando sobre mim recaiu a escolha da professora numa função que não pude recusar.
Hoje trago-lhe uma história com o título “Descortiçar antes do tempo”, um evento passado no vale do rio Mondego, quando o meu pai desmatava as brenhas e se enredou na idade da cortiça.
Hoje a história tem o nome de “Desfolhada e milho-rei”, um evento passado na eira, quando rapazes e raparigas cruzavam olhares e ensaiavam os primeiros beijos.
Hoje trago-lhe um “Acerto de contas”, uma história passada na minha infância, no dia em que foi necessário fazer certos acertos para evitar males maiores.
Hoje trago-lhe “De tamancas na mão”, uma história que a minha avó contava com um sorriso maroto, uma história passada anos lá para trás, bem antes de eu ter nascido.
Hoje trago-lhe “O arco de Nossa Senhora”, uma história de trabalho e festividade, vivida por mim na escola primária nos últimos meses da quarta-classe.
Hoje trago-lhe um “Velório e toque de sinos”, uma história vivida por mim quando era criança, quando ousava fazer coisas nem sempre da forma mais acertada.

